Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (foto Ivana Negri)

Patrimônio da cidade, a Sapucaia florida (foto Ivana Negri)

Balão atravessando a ponte estaiada (foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

ALVORECER


Leda Coletti

Num leve lusco-fusco, de mansinho
desponta o dia em toda realeza
e matas, aves, flores com carinho
 saúdam essa matinal beleza.

Alunos indo à escola   bem cedinho,
operários com pressa e ligeireza
nos ônibus, metrôs, em burburinho
não querem perder hora, com certeza.

Todos andam, buscando atingir metas
fáceis, difíceis, às vezes sem setas,
aspirando dar conta da empreitada.

De sol a sol, após jornada inteira
esperam recompensa prazenteira,
plena realização nessa escalada.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

“Vou-me embora pra Pasárgada!” *


Ivana Maria França de Negri

            Os versos de Manuel Bandeira foram a inspiração desta crônica. Mas...onde fica Pasárgada? Existe mesmo esse lugar? Dizem que era uma antiga cidade da Pérsia, mas não existe mais. Restou apenas um sítio arqueológico e a metáfora de um local fantasioso, onde reinaria a felicidade plena. Em alguma fase da vida todos temos esse desejo de evasão, quando o mundo se apresenta cruel demais e queremos fugir da realidade e viajar para o mundo das ilusões.
Final de um ano, início de outro, ciclos que terminam, recomeços, e todos ficamos mais reflexivos, questionamos nossa existência e contabilizamos as conquistas e as perdas.
Sonhamos com um paraíso onde não há sofrimento, nem dor, que nos acena promessas de felicidade. Mas só poetas e crianças conseguem vislumbrá-lo em algum momento de suas vidas. Esse éden pode existir em outras dimensões inimaginadas.
“Além do horizonte existe um lugar, bonito e tranquilo pra gente se amar” diz a letra da música. E reza a lenda que no final do arco-íris tem uma ponte que liga a terra ao céu... Muitos tentam localizar o paraíso perdido, o Jardim do Éden descrito na bíblia. Talvez alguns até descubram o portal que se abre para esse Eldorado, mas se o encontram, não contam para ninguém, pois não querem ser chamados de loucos. A maioria dos pobres mortais, apenas o visitam em sonhos, quando estão nos braços do deus Morfeu, entre a vigília e o sono. E quando despertam, ficam com aquele sentimento de angústia, de nostalgia, de querer voltar, mas não sabem como chegar até lá, a não ser em sonhos mesmo.
No conto de Peter Pan, o menino que se recusava a crescer e virar adulto, existia uma ilha denominada Terra do Nunca, um lugar mágico e de localização indefinível. Talvez só exista no imaginário das crianças e dos adultos com alma de criança. Lá os meninos perdidos vivem aventuras sem fim, com piratas, índios, fadas, muitas descobertas,  surpresas e emoções. Emoções essas que só podem ser sentidas e não compreendidas.
E a gente conclui que tudo nesta vida tem que ter uma certa dose de fantasia. Existe o mundo real e o surreal. E às vezes, viver o real é bem doloroso. Por isso é bom sonhar!
Alice, a do país das maravilhas, em seu universo não menos mágico, pergunta ao coelho branco: “Quanto tempo dura o eterno? E ele responde para Alice: “às vezes, apenas um segundo...”
O Pequeno Príncipe, outro personagem intrigante e enigmático, traduz em sábias palavras o que é preciso para entrar nesse mundo onírico: “o essencial é invisível aos olhos e só se pode ver bem com os olhos do coração.”

Termino meu texto com Bandeira, tal como o iniciei: “Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, em Pasárgada tem tudo, é outra civilização! Lá a existência é uma aventura! E quando eu estiver mais triste, mais triste de não ter jeito, quando de noite me der, vontade de me matar, vou-me embora pra Pasárgada, aqui eu não sou feliz...”

* Texto publicado na GAZETA de PIRACICABA - 9 de Janeiro 2018

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Retrospectiva da Literatura em 2017



Janeiro
26 - Faleceu aos 93 anos, o poeta piracicabano Sylvio Arzolla.

Fevereiro
O escritor Armando Alexandre dos Santos, membro da Academia Piracicabana de Letras, toma posse em Portugal como membro da Academia Portuguesa de História,  uma instituição muito antiga e venerável, fundada em 1720 pelo Rei D. João V, extinta pela república em 1910 e restaurada pela mesma república em 1936. É das mais antigas da Europa e do Mundo inteiro.

Barjas Negri, prefeito de Piracicaba,  autografa seu livro “Novos Tempos, Novos Caminhos 3” na ACIPI

Aracy Duarte Ferrari lança livro de contos, crônicas e poesias “Palavras Entrelaçadas em Pensamentos” no Recanto dos Livros e também no Casarão do Clube de Campo.

Março
Os grupos literários comemoram o Dia da Poesia e Dia da Mulher com um evento no Casarão de Turismo

11 – A educadora Neuza Mainard lançou o livro Interfaces entre Neurociência, Educação e Promoção da Saúde no Centro Cultural Martha Watts

Tomam posse na Academia Piracicabana de Letras os cinco novos acadêmicos: Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins, Ésio Antonio Pezzato, Vitor Pires Vencovsky , Newman Ribeiro Simões e Edson Rontani Júnior

Abril
29- O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba lança o livro póstumo de Nair Barbosa de Almeida Leme, PAGMAJERA, sobre a vida do Marechal Rondon

Maio
 6 de maio – O escritor e historiador Cecílio Elias Netto autografou o livro Piracicaba a Florença Brasileira

Junho
Lançamento da revista de número 14 da Academia Piracicabana de Letras

Julho
 25 de julho os grupos literários GOLP e CLIP comemoram o Dia Nacional do Escritor, deixando livros em vários pontos da cidade com o projeto Livro com Pezinhos. Quem pega o livro, tem o compromisso de passá-lo adiante assim que terminar de ler

Evaldo Vicente mediou uma roda de conversas sobre artes com o escritor Cecílio Elias Netto em parceria com o SESC e ICEN (Instituto Cecílio Elias Netto) em 12 de Julho

Agosto
25 – No Centro Cultural Martha Watts, lançamento do livro infantil “Capitão Nhô Lica, o colecionador de pedras” autora Ivana Maria França de Negri com ilustrações de Ana Clara de Negri Kantovitz

Ivana Maria França de Negri também teve sua foto selecionada no concurso fotográfico em comemoração aos 250 anos de Piracicaba organizado pela ACIPI.  A foto estampou a revista de número 14 da APL.

As escritoras Leda Coletti, Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins, Dulce Ana Fernandes e Madalena Tricânico participaram da 15ª FLIP – Festa Literária de Paraty.

Setembro
Com o conto “MEMÓRIAS DE UMA CANETA”, Ivana Negri conquistou o segundo lugar no Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, representando o Clube de Campo de Piracicaba. A premiação inclui publicação da obra em livro e $1000 reais.

Outubro
 Lançamento do livro infantil de Leda Coletti  “ A estrelinha de Natal”, com ilustrações de Ana Clara de Negri Kantovitz

A poesia "Espantalho", de autoria da escritora  Carla Ceres, classificou-se em segundo lugar no XX Prêmio Cidadão de Poesia da cidade de Limeira

Nos dias 27, 28 e 29 de Outubro realizou-se  a 2ª edição da FLIPIRA,  Festa Literária de Piracicaba, com participação de integrantes da Academia Piracicabana de Letras, Centro Literário de Piracicaba e Grupo Oficina Literária de Piracicaba

Novembro
Falece a escritora piracicabana Ana Marly de Oliveira Jacobino,aos 62 anos, idealizadora do Sarau Literário Piracicabano.

Lançamento da revista “Piracicaba em Letras e Imagens” pelos integrantes dos grupos literários CLIP (Centro Literário de Piracicaba)  e GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba) em comemoração aos 250 anos da cidade

“Do Estado da Violência à Violência de Estado” é o livro que o escritor João Baptista Negreiros Athayde autografou na OAB de São Paulo

Dezembro
O escritor Otacílio Monteiro autografou, em Limeira,  seu décimo terceiro livro:  “Poemas ao Pôr do Sol”.

Lançamento da revista número 15 da Academia Piracicabana de Letras

 A cada ano o Projeto Mensagens Natalinas, formado por integrantes dos grupos literários, leva a alguma entidade presentes, música e cartões de Natal. Neste ano a entidade contemplada foi a Casa Chadad

sábado, 30 de dezembro de 2017

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Projeto mensagens Natalinas

A cada ano o Projeto Mensagens Natalinas, formado por integrantes dos grupos literários, leva a alguma entidade presentes, música e cartões de Natal. Neste ano a entidade contemplada foi a Casa Chadad

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

JESUS CONOSCO


Elda Nympha Cobra Silveira

Desejo  ter bem perto de mim
Todos aqueles que amo!
Ah! Quero os sempre assim.
Filhos celebrando  o Natal
Netos  e bisnetos também...
E...  noite  chegando, as luzes piscando,
E Jesus pequenino se aconchegando,
Ele é criança também.
 Batendo palminhas Ele se aninha
Juntinho de nós.
Que  amor tão gostoso
Nessa noite festiva
Sob a luz do seu olhar!

domingo, 17 de dezembro de 2017

NATAL


Antonio Carlos Fusatto


                        Na praça, festa de luzes,
                        mãos carregadas de pacotes e ilusão.
                        Crianças ricas ganham presentes,
                        crianças pobres, fome e decepção.!

                                               Dos pinheiros garbosos nas salas,
                                               descem festões multicores, em curvas graciosas.
                                               Aguardam Menino Deus, com festas tão caras,...
                                               ao longe na capela, coral de vozes maviosas.

                        Lá fora, chuva fina persistente,
                        vento mensageiro, cansado de correr mundo.
                        Penetra pela fresta, som estridente,
                        sussurra ao pinheiro todo segredo oriundo...

                                               De repente, num repente quase mágico,
                                               lampadinhas começam a piscar.
                                               Sininhos tintinabulam delicados,
                                               meia noite! Menino Deus vai chegar!

Noite maravilhosa, abraços, mãos que acariciam,
                        festões, bolas, presentes, risos crianças.
                        Anônimos meninos de rua, só presenciam!

                        É!... meninos de rua: só Menino Deus traz esperanças!... 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

ALGUM TEMPO


Sílvia Regina de Oliveira
Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos


Chegará um tempo
em que o homem
trará nos olhos novo brilho
e fará ressurgir a paz
continuamente buscada
embora essência primeira
de seu ser

Um tempo chegará
em que será fácil
vislumbrar o céu interior
azul na cor e infinito na forma
- nada mais parecerá uma ameaça
e o coração pulsará
num ritmo certo

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

FELICIDADE


Elda Nympha Cobra Silveira   

Tijolo por tijolo
Ergui minha casinha amarela.
Antes era de pau a pique,
Cobertinha de sapé.
Na batida do monjolo se ouvia
A palavra:  Fe-li- ci-da-de.

Deste mundo tinha tudo.
Abraçado com a Rosinha.
Ela e a casa eram os bens que eu tinha.

O cheiro de café da manhã,
Exalava pela janela.
E...eu olhava Rosinha e via:
Como era bela!
Amamentando nosso filho,
 Parecia a figura da folhinha:

A Mãe de Jesus e ela.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Relembrando Gerações Passadas


                                               Leda Coletti

Antigamente as pessoas manifestavam seu afeto não por toques físicos de carinho, mas sim por gestos e palavras, as quais só num futuro distante (agora presente) pudemos entender e valorizar. Daí virou passado, mas não importa, a lembrança ficou presente e passou a ser entendida como dádiva preciosa. Tomo como ponto de referência, meus avós maternos, para nós os “nonos italianos”. Eles não tinham o costume de expressar seus sentimentos, beijando ou abraçando os netos, mas o sorriso com que nos recebiam quando osculando uma de suas mãos pedíamos-lhes a benção, eram sinais de manifestação que nos amavam muito; também a suculenta sopa ou macarronada com o macarrão feito em casa como apreciávamos, sempre a nos brindar nas visitas.
Já o avô paterno que parecia avesso às carícias e abraços não chegava sem o pacote de balas quando nos visitava. Fazia-me sentir importante ao me chamar para uma “partidinha” de baralho. Geralmente ele ganhava e arrematava o jogo com uma risada gostosa, dizendo para me arreliar: “você não serve pra jogar estas cartas: é menina dos livros”. Isso, porque percebia que eu estava sempre a ler histórias de autores infantis. Isso me envaidecia.
Até as designações: ” como você está  bonita e gordinha ”,  ( ainda não usavam o sinônimo “fofinha”), que as tias e amigas dos familiares usavam, eram ditas para agradar. Bem diferentes das atuais, onde os pais são mais abertos e espontâneos com filhos e netos. São louváveis esses comportamentos, como também os do passado, embora estes últimos, sendo tímidos e sem toques físicos. Na ocasião nem percebíamos serem provas do quanto nos estimavam. Só agora, quando todos se foram no quase inverno  é que os reconhecemos como carinhos, amor...

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Walking Dead – de um novo conceito nas cidades


Carmen Pilotto

A semiótica da urbanidade
Escorre de prédios cinza
Em concreto e ferragens expostas
Como espectro de carcaças arquitetônicas

Carne e sangue não cabem nas ruas
Exilaram-se em pequenos flats
Onde vozes forçosamente aquietadas
Esquecem de produzir os seus vocábulos

Olhos vítreos da dislexia contemporânea
Fitam quinas dos quadrados empilhados
Pasmos em outras tecnologias variadas
Consomem qualquer idealismo ou sonho

Andróides de um padrão linear previsível
Compõem-se em conglomerados estereotipados
Dos que não se desviam da atividade fim
Que direciona o humano a sua cova rasa!

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Barjas Negri - Cadeira no 5 - Patrono: Leandro Guerrini
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Raquel Delvaje - Cadeira no 40 - Patrono Barão de Rezende
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz