Rio Piracicaba

Rio Piracicaba
Rio Piracicaba cheio (crédito da foto Ivana Negri)

Diretoria

Diretoria da Academia Piracicabana de Letras

Presidente– Gustavo Jacques Alvim
Vice-Presidente– Cassio Camilo Almeida de Negri
Primeiro Secretário – Carmen Maria da Silva Fernandes Pilotto
Segundo Secretário – Evaldo Vicente
Primeiro Tesoureiro – Antônio Carlos Fusatto
Segundo Tesoureiro – Waldemar Romano
Bibliotecária – Aracy Duarte Ferrari

Conselho Fiscal

Walter Naime
Cezário de Campos Ferrari

Editor e Jornalista Responsável
João Umberto Nassif

Conselho editorial

Antonio Carlos Neder
Ivana Maria França de Negri
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto
Myria Machado Botelho


Seguidores

segunda-feira, 19 de junho de 2017

FESTAS NO ARRAIÁ


Elda Nympha Cobra Silveira

Que noites frias de junho!
São noites de S.Antonio,
S. Pedro e S.João.
Com a caneca em punho,
Quero tomar meu quentão!
Com muita pinga e gengibre,
Pedindo a Deus que me livre,
De ficar meio doidão,
Senão olho pro céu
E não vejo o balão,
Que sobe bem de mansinho,
Levando pros treis santinho,

Meus pedido de montão!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Nova revista da APL


Capa e contracapa da revista da APL de número 14, publicada pela editora Audaxia
Foto da contracapa de autoria de Ivana Negri - Balão na Ponte Estaiada - Piracicaba - 2017
134 páginas de 29 acadêmicos

MINHAS BANDEIRAS DA PAZ


André Bueno Oliveira
Cadeira n° 14 - Patrona: Branca Motta de Toledo Sachs

Adoro a nuvem branca em céu sereno,
a brisa virginal das madrugadas,
a luz rubro-carmim das alvoradas,
o som da passarada em canto pleno!

Eu amo da cascata o pranto ameno,
os rios de minha infância:  as enxurradas...
Poeta infante-idoso, eu creio em fadas,
que aos céus proveem estrelas, num aceno!

Não dá para aceitar que um ser humano,
ansioso por tornar-se soberano,
destrua os seres vivos desta terra!

Países, povos, lares dizimados...
Os sonhos, fauna, flora, decepados...
                                    Não posso concordar que exista a guerra!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O relógio de minha avó


O relógio de minha avó
Ivana Maria França de Negri

.Reencontrei-o muito deteriorado, com a caixa consumida por cupins, ponteiros fora de lugar, vidros quebrados e faltando a chave de corda.
Fiquei triste porque pertenceu aos meus avós maternos que se casaram no início do século passado.
Não podia simplesmente jogá-lo fora... Fazia parte de toda uma saga familiar de imigrantes italianos que vieram de navio para o Brasil.
Não me recordo desse relógio na casa de minha avó, pois eu era muito pequena, mas lembro-me dele já na casa de minha mãe, que o herdou de seus pais quando ambos  faleceram. Ficava num lugar privilegiado da sala de jantar, onde presenciou almoços festivos, jantares de Natal, aniversários, bodas,  batizados e outras comemorações.        
E fico imaginando-o na parede da casa da Governador, residência de meus avós, que ficava entre as ruas XV e Rangel. O teto bem alto como era usual nas casas antigas, e ele marcando o tempo numa época em que não havia computadores, artigos eletrônicos, telefones e nem televisores. Os relógios eram peças essenciais. Elegantes, mas barulhentos, badalavam a cada quinze minutos alguns, a cada hora outros. Testemunhos de alegrias, tristezas, nascimentos e partidas. Quantas crianças cresceram sob a marcação do tic-tac dos segundos, minutos e horas desse relógio.
Posso sentir os olhos azuis de minha avó grávida, olhando de quando em quando para seus ponteiros, enquanto bordava o enxoval, contando o tempo para o nascimento de suas crianças, treze no total, dez que vingaram. Os partos, feitos em casa mesmo, com auxílio de parteiras.
Imagino-a suspirando, sob a cadência do pêndulo, quando os filhos, já moços, demoravam para chegar, quando viajavam de trem e tudo era longe e difícil.
Quantos segredos  ele presenciou? Se pudesse falar, quantas histórias teria para contar? O pêndulo em seu vai e vem ininterrupto avisando que era hora de dormir, hora de acordar, hora de brincar, hora de cuidar da horta, hora de comer. De quantas intimidades foi testemunha muda, abraços, carinhos, beijos, sermões quando os filhos faziam algo repreensível, natais e aniversários.
Antigamente os relógios eram peças fundamentais numa casa,  verdadeiras obras de arte, muitos artesanais, entalhados à mão,  a maioria de fabricação inglesa, duravam uma vida inteira, passando de geração em geração. Exerciam um fascínio irresistível nas pessoas por serem os marcadores do tempo,  essa incógnita.
Hoje, relógios são descartáveis. Parou, jogou. Pra que consertar se um novo fica mais barato? Peças de plástico, quebrando à toa, tudo vindo da China, neste mundo virtual dependente cada vez mais das tecnologias, de internet e da energia elétrica. Geramos toneladas de lixo. Nada mais tem valor. Não tenho bola de cristal para saber o que virá no futuro. Pessoas se reúnem em grupos de sites, de whatsapp, tudo  virtual. Não há mais troca de abraços, de sorrisos, de calor e energia física.
Encontrei um bom relojoeiro e um artesão habilidoso, que restauraram o mecanismo e a caixa de madeira.
Relógios sempre fizeram parte da magia infantil. O do castelo que badalava à meia noite  quebrando o encanto da Cinderela, o relógio do Coelho Branco da Alice,  e o carrilhão onde se escondia do lobo o cabrito esperto da história dos sete cabritinhos.
E esse contador do tempo,  que veio de tão longe de navio, embalado pelos sonhos de minha avó, continuará sua tarefa silenciosa de marcar o tempo de minha família, espargindo a energia boa dos ancestrais que certamente velam por nós.


(Texto publicado na Gazeta de Piracicaba)


quinta-feira, 11 de maio de 2017

SER MÃE

Antonio Carlos Fusatto
Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
                

Ser mãe é a poesia,
que dá vida à mais harmoniosa poesia.
Assim, de toda união quando bem nascida,
surge para o mundo, crianças mui queridas.
                                                           Criança tem a beleza d’um poema,
                                                           e a candura divinal.
                                                           Tenra flor, alma serena,
                                                           abençoada obra-prima angelical.
Ser mãe é poesia,
é vida gerando vida!
Qual nota procurando nota,
pra harmonizar uma melodia.
                                                           Gerar vida é semente, é como gota d’orvalho,
                                                           mostrando toda grandeza do Criador.
                                                           Qual rubra rosa a florir num vaso,
                                                           mãe é: um símbolo de amor!
Ser mãe é, tarefa interminável,
é perder horas de sono, é dedicação e calor.
É abelha que produz amor,
mais doce que favo de mel.

                                                           Ser mãe é Maria,
                                                           em pé frente à cruz.
                                                           A mater dolorosa, toda lacrimosa,
                                                           olhando o Filho que pendia!...

sábado, 29 de abril de 2017

Lançamento do livro de Nair Barbosa sobre Marechal Rondon

O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba lançou mais uma obra. 
Desta vez, relatos sobre Marechal Rondon, pela escritora Nair Barbosa de Almeida Leme, já falecida.
Os rascunhos foram encontrados por Pedro Caldari

(Fotos: Ivana Negri e Edson Rontani Jr)








terça-feira, 25 de abril de 2017

QUAL É A SUA GRAÇA?

Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 -
Patrono: Laudelina Cotrim de Castro


Qual é a sua graça?
Maria da Graça.
Fale sério, não faça graça.
É sério, não sei bancar a engraçada.
Mas, também, não precisa ficar sem graça.
Aliás, você é uma gracinha.
Você diz isso para me deixar sem graça.
Não é isso. A verdade é que estou engraçado por você!
Pois eu não o quero nem de graça.
Ah! Sua desgraçada !
Tenho recebido tantas graças! 
Mas, isso não mais vai acontecer.
Graças a Deus.

terça-feira, 18 de abril de 2017

O poder encantatório da literatura infantil


Ivana Maria França de Negri

            Por mais que a era da globalização se apresente cheia de novidades e ofereça farta e atraente gama de opções às crianças, tais como internet, videogames, livros virtuais, nada substituirá a magia de pegar um livro e lê-lo do começo ao fim. Aquele sentimento gostoso de cumplicidade, de sentar no cantinho preferido e degustar cada página gulosamente.
            Já no início do aprendizado das primeiras letras, quando já pode decifrar sozinha o código da escrita e dominá-lo, a criança adentra ao reino encantado dos livros. É um caminho sem volta ao mundo da fantasia e do sonho. Quando se pega o gosto de ler não se abandona jamais. É o melhor vírus que se pode adquirir e deixar-se contaminar.
            Quem não se lembra da emoção das primeiras leituras na infância? Até mesmo muito antes de aprender a ler, esse mundo nos era apresentado através das histórias da carochinha dos Irmãos Grimm ou de Andersen, que eram pacientemente contadas por nossos pais, tias e avós. Esses contos permitiam que adentrássemos o portal encantado onde fadas, anões, feiticeiros, heróis, príncipes e princesas viviam as mais apaixonantes aventuras. Aquilo tudo nos levava a um mundo tão maravilhoso, que, mesmo após nos tornarmos adultos, um cantinho dentro de nós ainda teima em manter viva essa memória que eventualmente aflora e dá vazão aos nossos sonhos.
            Atualmente não se poupam críticas ao herói aprendiz de bruxo, Harry Potter, recorde de vendas na área de literatura infanto-juvenil, verdadeira febre mundial. Não se pode negar seu mérito, já que é tudo uma questão temporal. Monteiro Lobato criou o universo do Sítio do Pica-Pau Amarelo, num cenário bucólico e campesino de fazenda, bem ao gosto da época. Hoje, os heróis passeiam em aeronaves, conhecem galáxias, seres extraterrestres e viajam no tempo. Tudo faz parte do contexto de uma certa época da história. O que não se pode perder, de maneira alguma, é a magia, o magnetismo encantado que a leitura exerce no imaginário infantil.
            Nem só a parafernália virtual faz concorrência com os livros infantis, mas também existem as dificuldades econômicas que a população enfrenta. O livro não é um artigo barato, visto que é necessária uma edição bem feita, em boas editoras. Não é costume usual oferecer livros de presente às crianças em seus aniversários. Numa época em que tudo vem da China a preços “quase de graça”, pode parecer dispendioso dar um livro de presente a uma criança, quando uma  série de bugigangas descartáveis e inúteis é encontrada a preços imbatíveis. Como o livro é um artigo considerado durável, e bem conservado pode ser útil a várias gerações, deveria haver um estímulo dos governos nesse sentido. A propaganda poderia incentivar: - dê um livro de presente a uma criança e ela ganhará de presente o mundo! Para os menorzinhos, sempre há a opção das edições ilustradas, de vários materiais, indo do tecido ao plástico, laváveis, atóxicos, tudo adaptado à idade do pequeno leitor. O fascínio das figuras e desenhos sempre aguçará mais a fértil imaginação infantil.
            A prova de que a literatura infantil não morreu é a grande quantidade de autores especializados nessa área e o crescente interesse dos editores em obras inéditas e recheadas de novidades para essa exigente faixa de público.

            Incentivar a leitura é o instrumento que forjará o gosto de ler pelo resto da vida. Como dizia o poeta: “Feliz o que semeia livros...”

sábado, 8 de abril de 2017

Falando de Saudade

Leda Coletti- Cadeira no 36
Cadeira n° 36 - Patrona: Olívia Bianco
Saudade é um misto do passado remoto, outras vezes de algo bom que aconteceu recentemente. Nem sempre sabemos definir satisfatoriamente esse sentimento, ora gostoso, ora dolorido. Talvez isso aconteça, porque as emoções novas se encontram com as antigas...
Na cadência melódica das músicas de bossa-nova, revivemos a leveza de um banho de mar; ao ouvir músicas românticas evocamos um amor com final infeliz, precedido de noites suaves de amor, com madrugadas cheias de serestas, tendo a lua como cúmplice desses venturosos momentos.
Sempre associo à palavra saudade, outra que aprecio muito: esperança. Ela motiva uma vida cheia de alegrias, não importa se mescladas de nostalgias, mas dá a certeza de que estamos vivos e prontos para viver intensamente o presente.


Os sonhos que viraram realidade
foram momentos de felicidade,
transformaram a vida em suavidade.
deixando apenas gostosa saudade.

Quando as ilusões são levadas por súbita tempestade,
as lembranças se tornam doloridas saudades.

Com diferentes matizes
a vida fica bonita
e esses momentos felizes
muita saudade  suscita.

quinta-feira, 30 de março de 2017

DESPERTAR DA ROSA


Elda Nympha Cobra Silveira.

Espreguiçando-se e sorrindo,
O botão foi pétala por pétala
Se abrindo,
Numa explosão de beleza.

Despertada pela luz do sol,
Seu olor espargiu por sobre o jardim.
Borboletas vieram cheirá-la e...
Voluptuosamente embriagadas,
Beijaram e sugaram seu mel.
A rosa pressentiu enfim,
E... docemente apaixonada
Entrelaçou-se no jasmim!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Discurso de posse da acadêmica Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins


Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins
Patrono - Nelson Camponez do Brasil - Cadeira no 26

Boa Noite, a todos os Acadêmicos Presentes e Convidados

Estou me sentindo feliz e honrada nesta noite por integrar a partir de hoje, a Academia Piracicabana de Letras.
Afinal, há muitos anos acompanho este grupo seleto a exercitar a cidadania, a promover atividades voltadas à Literatura, a publicar artigos polêmicos e valorosos, quer relacionados ao cotidiano, à datas históricas, a assuntos políticos e outros, quer apresentando matérias específicas e abrangentes, ou contos, crônicas e poesias.
Deste grupo, muitos já se foram... Outros aqui presentes, com o mesmo objetivo de dedicação ao cumprimento das normas estabelecidas e o dever prazeroso de reuniões regulares e decisões importantes em prol da cultura da nossa querida Piracicaba.
Tenho encontros assíduos com alguns acadêmicos ao participar dos grupos literários da cidade, outros,  os encontro em festividades, comemorações culturais ou em lançamento dos próprios livros ou de outros escritores.
Estar ocupando a Cadeira no. 26,  cujo patrono é o Professor Nelson Oliveira Camponez do Brasil, formado pela Escola Normal de Piracicaba, futura Sud Mennucci, ilustre Diretor de Escola, Pedagogo, Educador, reconhecido e renomado Historiador, a se dedicar a redescobrir nossa cidade, divulgando através de estudos, pesquisas e publicações, fontes históricas da Terra amada, é sem dúvida uma honra.  Dupla alegria para mim, pois tive o prazer de conhecer seu filho, engenheiro agrônomo, Professor Dr. Moacyr Oliveira Camponez do Brasil Sobrinho, amigo do meu saudoso esposo, ambos docentes da ESALQ.
Quero, neste momento especial, deixar registrados alguns fatos importantes para mim, pois trazem algo de mágico enraizado no coração e marcaram-me pessoal e profissionalmente.
Um deles, ter sido apresentada ao Centro Literário pela brilhante poetisa Maria Cecília Machado Bonachella,  saudosa amiga.  Depois, ter reencontrado Rosaly Curiacos de Ameida Leme, após tantos anos, desde nossa infância e juventude no Colégio Nossa Sra. da Assunção, a qual me convidou várias vezes e realmente desejou que eu entrasse para a Academia. Outros amigos leais, amigas mais próximas, todos que me incentivaram e torceram por mim. Vale lembrar aqueles que publicaram em jornais, folhetos ou cadernos literários textos ou poesias da minha autoria, como Maria Cecília Machado Bonachella, Carmen Pilotto,  Ivana Negri, Ana Marly Jacobino,  Ludovico da Silva, e Evaldo Vicente, em seu jornal, exatamente  há vinte e seis anos. E abraçando minha causa, Aracy Duarte Ferrari e Leda Coletti  a me “intimarem” a preencher a proposta.
E as tardes poéticas com Esio Pezatto, na antiga Biblioteca Pública?  E o carinho do saudoso Poeta Lino Vitti presenteando-me com seus livros através dos seus netos, meus alunos?
Pensando em  tudo isso,  no entusiasmo dos que me cercam, desde o berço familiar ,  a torcida de todos, velhos  e atuais amigos, meu amor às letras, certamente somados  aos desígnios divinos, levaram- me a esta conquista.
Estou, na verdade,  realizando um sonho, afinal sempre contei com o incentivo e a confiança do meu querido Paulinho, que acreditava no dom da escrita e no meu amor pela Literatura.
Estar tomando posse hoje, juntamente com Vitor Vencovsky que nos visitava desde garotinho com seus pais, queridos amigos. Meu esposo e eu éramos jovens naquela época e ansiávamos por suas visitas dominicais.  Estar ao lado do Mestre, Professor Newman Simões, com quem trabalhei por doze anos no Colégio CLQ.  Seu filho Ricardo foi meu aluno, bom amigo até hoje, através de quem pude ser avaliada em relação às atividades literárias desenvolvidas. Isso me proporciona segurança.
Para encerrar meus felizes registros, o fato do Professor Dr. Francisco de Assis Ferraz de Mello, Pesquisador, Escritor, Poeta, ter se afastado por motivo de saúde e mudança, e ter-me proporcionado seu próprio espaço para eu ocupá-lo. Alego tudo isso a “encaixes divinos”. Obrigada, amigo Chico Mello. Você segue comigo lado a lado. Procurarei fazer jus à sua atuação e contribuição  como   acadêmico e  honrar seu talento poético.

Só me resta agradecer a todos, familiares, filhas e genros, netos maravilhosos, dois deles presentes nesta noite de gala,  amigos e acadêmicos e  acrescentar de Violeta Parra, na voz de Mercedes Sosa um verso que traduz minha alegria: “ Gracias a la vida que me ha dado tanto”!

Galeria Acadêmica

Alexandre Sarkis Neder - Cadeira n° 13 - Patrono: Dario Brasil
André Bueno Oliveira - Cadeira n° 14 - Patrono: Branca Motta de Toledo Sachs
Antonio Carlos Fusatto - Cadeira n° 6 - Patrono: Nélio Ferraz de Arruda
Antonio Carlos Neder - Cadeira n° 15 - Patrono: Archimedes Dutra
Aracy Duarte Ferrari - Cadeira n° 16 - Patrono: José Mathias Bragion
Armando Alexandre dos Santos- Cadeira n° 10 - Patrono: Brasílio Machado
Carla Ceres Oliveira Capeleti - Cadeira n° 17 - Patrono: Virgínia Prata Gregolin
Carmen Maria da Silva Fernandez Pilotto - Cadeira n° 19 - Patrono: Ubirajara Malagueta Lara
Cássio Camilo Almeida de Negri - Cadeira n° 20 - Patrono: Benedito Evangelista da Costa
Cezário de Campos Ferrari - Cadeira n° 12 - Patrono: Ricardo Ferraz do Amaral
Edson Rontani Júnior - Cadeira n° 18 - Patrono: Madalena Salatti de Almeida
Elda Nympha Cobra Silveira - Cadeira n° 21 - Patrono: José Ferraz de Almeida Junior
Ésio Antonio Pezzato - cadeira no 31 - Patrono Victorio Angelo Cobra
Evaldo Vicente - Cadeira n° 23 - Patrono: Leo Vaz
Felisbino de Almeida Leme - Cadeira n° 8 - Patrono: Fortunato Losso Netto
Geraldo Victorino de França - Cadeira n° 27 - Patrono: Salvador de Toledo Pisa Junior
Gregorio Marchiori Netto - Cadeira n° 28 - Patrono: Delfim Ferreira da Rocha Neto
Gustavo Jacques Dias Alvim - Cadeira n° 29 - Patrono: Laudelina Cotrim de Castro
Ivana Maria França de Negri - Cadeira n° 33 - Patrono: Fernando Ferraz de Arruda
Jamil Nassif Abib (Mons.) - Cadeira n° 1 - Patrono: João Chiarini
João Baptista de Souza Negreiros Athayde - Cadeira n° 34 - Patrono: Adriano Nogueira
João Umberto Nassif - Cadeira n° 35 - Patrono: Prudente José de Moraes Barros
Leda Coletti - Cadeira n° 36 - Patrono: Olívia Bianco
Maria Helena Vieira Aguiar Corazza - Cadeira n° 3 - Patrono: Luiz de Queiroz
Marisa Amábile Fillet Bueloni - cadeira no32 - Patrono Thales castanho de Andrade
Marly Therezinha Germano Perecin - Cadeira n° 2 - Patrona: Jaçanã Althair Pereira Guerrini
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins - Cadeira n° 26 - Patrono: Nelson Camponês do Brasil
Mônica Aguiar Corazza Stefani - Cadeira n° 9 - Patrono: José Maria de Carvalho Ferreira
Myria Machado Botelho - Cadeira n° 24 - Patrono: Maria Cecília Machado Bonachela
Newman Ribeiro Simões - cadeira no 38 - Patrono Elias de Mello Ayres
Olívio Alleoni – Cadeira n° 25 – Patrono: Francisco Lagreca
Paulo Celso Bassetti - Cadeira n° 39 - Patrono: José Luiz Guidotti
Rosaly Aparecida Curiacos de Almeida Leme - Cadeira n° 7 - Patrono: Helly de Campos Melges
Sílvia Regina de OLiveira - Cadeira no 22 - Patrono Erotides de Campos
Valdiza Maria Caprânico - Cadeira no 4 - Patrono Haldumont Nobre Ferraz
Vitor Pires Vencovsky - Cadeira no 30 - Patrono Jorge Anéfalos
Waldemar Romano - Cadeira n° 11 - Patrono: Benedito de Andrade
Walter Naime - Cadeira no 37 - Patrono Sebastião Ferraz